domingo, 20 de fevereiro de 2011

DOMINGÃO - 20.02.2011 - 7ª EDIÇÃO "DAVI E GOLIAS"

ORDEM DE CHEGADA:  Carlos, Otávio, Adelvan, Toinho Abreu, Néviton, Vinícius, Clone, Renê, Mota, Pains, Odair, Serrinha, Messias, Batista, Pedro, Vieira, Chiquinho, Marco, Totó, Paulo Huck,  Bartolinha,   Sidney e Sergio. Diretores:  Alberto Sampaio "Painho", Fernando Filgueira "Rivelino", Getulio Dornelles - "Gegê" e  Jaime Sampaio. Convidados:  Toinho Vieira e Tourão.

Primeiro jogo:

TIME DE RENÊ:   Messias (gol.), Renê, Serrinha, Néviton, Mota, Pains e Vinícius.

TIME DE OTÁVIO:  Tourão (gol.), Toinho Abreu, Serrinha, Adelvan, Carlos e Clone.

PLACAR DA PARTIDA:   Renê  05x02  Otavio.

GOLS DO TIME DE RENÊ:   Mota 02  -  Vinícius  02  e  Serrinha  01 

GOLS DO TIME DE OTÁVIO:  Carlos 01  e  Clone 01

Segundo jogo:

TIME DE VIEIRA:  Messias, Batista, Tourão (Otávio), Pedro (Renê), Vieira e Chiquinho.

TIME DE RENÊ:   Jéfferson, Renê, Serrinha, Mota, Néviton, Pains e Vinícius

TIME DE VIEIRA:  Tourão (Otávio), Messias, Batista, Pedro, Vieira e Chiquinho e Marco.

PLACAR DA PARTIDA:   Vieira 3x0 Renê.

GOLS DO TIME DE VIEIRA:  Otávio 01  -  Pedro 01  e Vieira 01

Terceiro jogo:

TIME DE ODAIR:   Messias, Toinho Vieira, Totó, Adelvan, Tourão, Odair e Carlos.

TIME DE  0TAVIO:  Jéfferson, Otavio, Batista, Vieira, Chiquinho, Marco e Pedro (Renê)

PLACAR DA PARTIDA:  Odair  04x01 Otávio.

GOLS DO TIME DE ODAIR:   Odair 02  -  Toinho Vieira 01  e  Tourão 01.

GOLS DO TIME DE OTÁVIO:  Pedro 01

RESENHA:  Apesar de haver três jogos hoje, sómente o atleta Pedrão conseguiu marcar 03 gols. Porem não foi em uma só partida. Como Pedrão ausentou-se por alguns meses, não estava sabendo que fazendo três gols em uma só partida, tinha direito de pedir uma música ao fantástico, a diretoria resolveu considerar a soma de seus gols, excepcionalmente, incentivando-o a ter mais frequência aos babas do "Domingão". Solicitou uma música de sua preferência "Vida de  Viajante" com Luiz Gonzaga e Gonzaguinha.

  Música dedicada ao goleador Pedro
Aleluia Guimarães
LUIZ GONZAGA E GONZAGUINHA -
"VIDA DE VIAJANTE"


 

TEMA DE HOJE: DAVI E GOLIAS. Em dez escolhas de baba entre Otavio e Renê, Otávio vence nove! Aliás, esta foi a primeira vez, na história, que Renê escolheu um baba!.Sabendo que já entrava inferiorizado na escolha, disse: " Primeiro eu escolho dois jogadores e você escolhe um".  Foi assim que o pequenino Davi conseguiu vencer o gigante Golias, ratificando a história. Davi x Golias é o tema de hoje.

Música dedicada ao 1º vencedor Renê Silva Souza
DAVI E GOLIAS "A LUTA DO PEQUENO 
CONTRA O GRANDE"

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

PELEJA ENTRE O CEGO ADERALDO E ZÉ PRETINHO

ADERALDO FERREIRA DE ARAÚJO:  Mais conhecido como "Cego Aderaldo"  nasceu em Crato-Ceará, em 24.06.1878 e faleceu em Fortaleza-Ceará. em 29.06.1967. Foi um dos melhores cantadores de repente do nordeste brasileiro. Em 1914 enfrentou o até então imbatível Zé Pretinho dos Tucuns-Piauí. Foi uma  das mais disputadas pelejas de que se tem noticia nos anais da história dos cancioneiros e  violeiros do Brasil.

CEGO ADERALDO - SUA HISTÓRIA


Quem a paca cara compra, paca cara pagará!

(Peleja disputada em 1914 com Zé Pretinho dos Tucuns)

Cego Aderaldo:

(Aderaldo Ferreira de Araújo)

Apreciem, meus leitores,
Uma forte discussão,
Que tive com Zé Pretinho,
Um cantador do sertão,
O qual, no tanger do verso,
Vencia qualquer questão.

Um dia, determinei
A sair do Quixadá
— Uma das belas cidades
Do estado do Ceará.
Fui até o Piauí,
Ver os cantores de lá.

Me hospedei na Pimenteira
Depois em Alagoinha;
Cantei no Campo Maior,
No Angico e na Baixinha.
De lá eu tive um convite
Para cantar na Varzinha.

Quando cheguei na Varzinha,
Foi de manhã, bem cedinho;
Então, o dono da casa
Me perguntou sem carinho:
— Cego, você não tem medo
Da fama do Zé Pretinho?

Eu lhe disse: — Não, senhor,
Mas da verdade eu não zombo!
Mande chamar esse preto,
Que eu quero dar-lhe um tombo
— Ele chegando, um de nós
Hoje há de arder o lombo!

O dono da casa disse:
— Zé Preto, pelo comum,
Dá em dez ou vinte cegos
— Quanto mais sendo só um!
Mando já ao Tucumanzeiro
Chamar o Zé do Tucum.

Chamando um dos filhos, disse
Meu filho, você vá já
Dizer ao José Pretinho
Que desculpe eu não ir lá
— E que ele, como sem falta,
Hoje à noite venha cá.

Em casa do tal Pretinho,
Foi chegando o portador
E dizendo: — Lá em casa
Tem um cego cantador
E meu pai mandou dizer-lhe
Que vá tirar-lhe o calor!

Zé Pretinho respondeu:
— Bom amigo é quem avisa!
Menino, dizei ao cego
Que vá tirando a camisa,
Mande benzer logo o lombo,
Porque vou dar-lhe uma pisa!

Tudo zombava de mim
E eu ainda não sabia
Se o tal do Zé Pretinho
Vinha para a cantoria.
As cinco horas da tarde,
Chegou a cavalaria.

O preto vinha na frente,
Todo vestido de branco,
Seu cavalo encapotado,
Com o passo muito franco.
Riscaram duma só vez,
Todos no primeiro arranco

Saudaram o dono da casa
Todos com muita alegria,
E o velhote, satisfeito,
Folgava alegre e sorria.
Vou dar o nome do povo
Que veio pra cantoria:

Vieram o capitão Duda Tonheiro,
Pedro Galvão, Augusto Antônio Feitosa,
Francisco, Manoel Simão,
Senhor José Campineiro,
Tadeu e Pedro Aragão.
O José das Cabaceiras

E o senhor Manoel Casado,
Chico Lopes, Pedro Rosa
E o Manoel Bronzeado,
Antônio Lopes de Aquino
E um tal de Pé-Furado.
Amadeu, Fábio Fernandes,

Samuel e Jeremias,
O senhor Manoel Tomás,
Gonçalo, João Ananias
E veio o vigário velho,
Cura de Três Freguesias.
Foi dona Merandolina,

Do grêmio das professoras,
Levando suas duas filhas,
Bonitas, encantadoras
— Essas duas eram da igreja
As mais exímias cantoras.
Foi também Pedro Martins,

Alfredo e José Segundo,
Senhor Francisco Palmeira,
João Sampaio e Facundo
E um grupo de rapazes
Do batalhão vagabundo.

Levaram o negro pra sala
E depois para a cozinha;
Lhe ofereceram um jantar
De doce, queijo e galinha
— Para mim, veio um café
E uma magra bolachinha.

Depois, trouxeram o negro.
Colocaram no salão,
Assentado num sofá,
Com a viola na mão,
Junto duma escarradeira,
Para não cuspir no chão.

Ele tirou a viola
De um saco novo de chita,
E cuja viola estava
Toda enfeitada de fita.
Ouvi as moças dizendo:
— Oh, que viola bonita!

Então, para eu me sentar,
Botaram um pobre caixão,
Já velho, desmantelado,
Desses que vêm com sabão.
Eu sentei-me, ele vergou
E me deu um beliscão.

Eu tirei a rabequinha
De um pobre saco de meia,
Um pouco desconfiado
Por estar em terra alheia.
Aí umas moças disseram:
— Meu Deus, que rabeca feia!

Uma disse a Zé Pretinho:
— A roupa do cego é suja!
Botem três guardas na porta,
Para que ele não fuja
Cego feio, assim de óculos,
Só parece uma coruja!

E disse o capitão Duda,
Como homem muito sensato:
— Vamos fazer uma bolsa!
Botem dinheiro no prato
— Que é o mesmo que botar
Manteiga em venta de gato!

Disse mais: — Eu quero ver
Pretinho espalhar os pés!
E para os dois contendores
Tirei setenta mil réis,
Mas vou completar oitenta
— Da minha parte, dou dez!

Me disse o capitão Duda:
— Cego você não estranha!
Este dinheiro do prato,
Eu vou lhe dizer quem ganha:
Só pertence ao vencedor
— Nada leva quem apanha!

E nisto as moças disseram:
— Já tem oitenta mil réis,
Porque o bom capitão Duda,
Da Parte dele, deu dez...
Se acostaram a Zé Pretinho,
Botaram mais três anéis.

Então disse Zé Pretinho:
— De perder não tenho medo!
Esse cego apanha logo
— Falo sem pedir segredo!
Como tenho isto por certo,
Vou pondo os anéis no dedo...

Afinemos o instrumento,
Entremos na discussão!
O meu guia disse pra mim:
— O negro parece o Cão!
Tenha cuidado com ele,
Quando entrarem na questão!

Então eu disse:
— Seu Zé, Sei que o senhor tem ciência
— Me parece que é dotado
Da Divina Providência!
Vamos saudar este povo,
Com sua justa excelência!

PRETINHO
— Sai daí, cego amarelo,
Cor de couro de toucinho!
Um cego da tua forma
Chama-se abusa-vizinho
— Aonde eu botar os pés,
Cego não bota o focinho!

CEGO
— Já vi que seu Zé Pretinho
É um homem sem ação
Como se maltrata o outro
Sem haver alteração?!...
Eu pensava que o senhor
Tinha outra educação!

P.
— Esse cego bruto, hoje,
Apanha, que fica roxo!
Cara de pão de cruzado,
Testa de carneiro mocho
— Cego, tu és o bichinho,
Que comendo vira o cocho!

C.
— Seu José, o seu cantar
Merece ricos fulgores;
Merece ganhar na saia
Rosas e trovas de amores
— Mais tarde, as moças lhe dão
Bonitas palmas de flores!

P.
— Cego, eu creio que tu és
Da raça do sapo sunga!
Cego não adora a Deus
— O deus do cego é calunga!
Aonde os homens conversam,
O cego chega e resmunga!

C.
— Zé Preto, não me aborreço
Com teu cantar tão ruim!
Um homem que canta sério
Não trabalha verso assim
— Tirando as faltas que tem,
Botando em cima de mim!

P.
— Cala-te, cego ruim!
Cego aqui não faz figura!
Cego, quando abre a boca,
É uma mentira,pura
— O cego, quanto mais mente,
Ainda mais sustenta e jura!

C.
— Esse negro foi escravo,
Por isso é tão positivo!
Quer ser, na sala de branco,
Exagerado e altivo
— Negro da canela seca
Todo ele foi cativo!

P.
— Eu te dou uma surra
De cipó de urtiga,
Te furo a barriga,
Mais tarde tu urra!
Hoje, o cego esturra,
Pedindo socorro
— Sai dizendo: — Eu morro!
Meu Deus, que fadiga!
Por uma intriga,
Eu de medo corro!

C.
— Se eu der um tapa
No negro de fama,
Ele come lama,
Dizendo que é papa!
Eu rompo-lhe o mapa,
Lhe rompo de espora;
O negro hoje chora,
Com febre e com íngua
— Eu deixo-lhe a língua
Com um palmo de fora!

P.
—No sertão, peguei
Cego malcriado
— Danei-lhe o machado,
Caiu, eu sangrei!
O couro eu tirei
Em regra de escala:
Espichei na sala,
Puxei para um beco
E, depois de seco,
Fiz mais de uma mala!

C.
—Negro, és monturo,
Molambo rasgado,
Cachimbo apagado,
Recanto de muro!
Negro sem futuro,
Perna de tição,
Boca de porão,
Beiço de gamela,
Vento de moela,
Moleque ladrão!

P.
— Vejo a coisa ruim
— O cego está danado!
Cante moderado,
Que não quero assim!
Olhe para mim,
Que sou verdadeiro,
Sou bom companheiro
— Canto sem maldade
E quero a metade,
Cego, do dinheiro!

C.
— Nem que o negro seque
A engolideira,
Peça a noite inteira
Que eu não lhe abeque
— Mas esse moleque
Hoje dá pinote!
Boca de bispote,
Vento de boeiro,
Tu queres dinheiro?
Eu te dou chicote!

P.
— Cante mais moderno,
Perfeito e bonito,
Como tenho escrito
Cá no meu caderno!
Sou seu subalterno,
Embora estranho
— Creio que apanho
E não dou um caldo...
Lhe peço, Aderaldo,
Que reparta o ganho!

C.
— Negro é raiz
Que apodreceu,
Casco de judeu!
Moleque infeliz,
Vai pra teu país,
Se não eu te surro,
Te dou até de murro,
Te tiro o regalo
— Cara de cavalo,
Cabeça de burro!

P.
— Fale de outro jeito,
Com melhor agrado
— Seja delicado,
Cante mais perfeito!
Olhe, eu não aceito
Tanto desespero!
Cantemos maneiro,
Com verso capaz
— Façamos a paz
E parto o dinheiro!

C.
— Negro careteiro,
Eu te rasgo a giba,
Cara de gariba,
Pajé feiticeiro!
Queres o dinheiro,
Barriga de angu,
Barba de guandu,
Camisa de saia,
Te deixo na praia,
Escovando urubu!

P.
— Eu vou mudar de toada,
Pra uma que mete medo
— Nunca encontrei cantador
Que desmanchasse este enredo:
É um dedo, é um dado, é um dia,
É um dia, é um dado, é um dedo!

C.
— Zé Preto, esse teu enredo
Te serve de zombaria!
Tu hoje cegas de raiva
E o Diabo será teu guia
— É um dia, é um dedo, é um dado,
É um dado, é um dedo, é um dia!

P.
— Cego, respondeste bem,
Como quem fosse estudado!
Eu também, da minha parte,
Canto versos aprumado
— É um dado, é um dia, é um dedo,
É um dedo, é um dia, é um dado!

C.
— Vamos lá, seu Zé Pretinho,
Porque eu já perdi o medo:
Sou bravo como um leão,
Sou forte como um penedo
É um dedo, é um dado, é um dia,
É um dia, é um dado, é um dedo!

P.
— Cego, agora puxa uma
Das tuas belas toadas,
Para ver se essas moças
Dão algumas gargalhadas
— Quase todo o povo ri,
Só as moças 'tão caladas!

C.
— Amigo José Pretinho,
Eu nem sei o que será
De você depois da luta
— Você vencido já está!
Quem a paca cara compra
Paca cara pagará!

P.
— Cego, eu estou apertado,
Que só um pinto no ovo!
Estás cantando aprumado
E satisfazendo o povo
— Mas esse tema da paca,
Por favor, diga de novo!

C.
— Disse uma vez, digo dez
— No cantar não tenho pompa!
Presentemente, não acho
Quem o meu mapa me rompa
— Paca cara pagará,
Quem a paca cara compra!

P.
— Cego, teu peito é de aço
— Foi bom ferreiro que fez
— Pensei que cego não tinha
No verso tal rapidez!
Cego, se não é maçada,
Repete a paca outra vez!

C.
— Arre! Que tanta pergunta
Desse preto capivara!
Não há quem cuspa pra cima,
Que não lhe caia na cara
— Quem a paca cara compra
Pagará a paca cara!

P.
— Agora, cego, me ouça:
Cantarei a paca já
— Tema assim é um borrego
No bico de um carcará!
Quem a caca cara compra,
Caca caca cacará!

Houve um trovão de risadas,
Pelo verso do Pretinho.
Capitão Duda lhe disse:
—Arreda pra lá, negrinho!
Vai descansar o juízo,
Que o cego canta sozinho!
Ficou vaiado o pretinho.

E eu lhe disse:
— Me ouça, José: quem canta comigo
Pega devagar na louça!
Agora, o amigo entregue
O anel de cada moça!
Me desculpe, Zé Pretinho,
Se não cantei a teu gosto!
Negro não tem pé, tem gancho;
Tem cara, mas não tem rosto

— Negro na sala dos brancos
Só serve pra dar desgosto!
Quando eu fiz estes versos,
Com a minha rabequinha,
Busquei o negro na sala,
Mas já estava na cozinha
— De volta, queria entrar
Na porta da camarinha!

Aderaldo Ferreira de Araújo, o Cego Aderaldo, nasceu no dia 24 de junho de 1878 na cidade do Crato — CE. Logo após seu nascimento mudou-se para Quixadá, no mesmo estado. Aos cinco anos começou a trabalhar, pois seu pai adoeceu e não conseguia sustentar a família. Tomou conta dos pais sozinho. Quinze dias depois que seu pai morreu (25 de março de 1896), quando tinha 18 anos e trabalhava como maquinista na Estrada de Ferro de Baturité, sua visão se foi depois de uma forte dor nos olhos. Pobre, cego e com poucos a quem recorrer, teve um sonho em verso certa vez, ocasião em que descobriu seu dom para cantar e improvisar. Ganhou uma viola a qual aprendeu a tocar. Mais tarde começou a tocar rabeca. Algum tempo depois, quando tudo parecia estar voltando à estabilidade, sua mãe morre. Sozinho começou a andar pelo sertão cantando e recebendo por isso. Percorreu todo o Ceará, partes do Piauí e Pernambuco. Com o tempo sua fama foi aumentando. Em 1914 se deu a famosa peleja com Zé Pretinho (maior cantador do Piauí). Depois disso voltou para Quixadá mas, com a seca de 1915, resolveu tentar a vida no Pará. Voltou para Quixadá por volta de 1920 e só saiu dali em 1923, quando resolveu conhecer o Padre Cícero. Rumou para Juazeiro onde o próprio Padre Cícero veio receber o trovador que já tinha fama. Algum tempo depois foi a vez de cantar para Lampião, que satisfez seu pedido — feito em versos — de ter um revólver do cangaceiro.

Tentando mudar o estilo de vida de cantador, em 1931, comprou um gramofone e alguns discos que usava para divertir o povo do sertão apresentando aquilo que ainda era novidade mesmo na capital. Conseguiu o que queria, mas o povo ainda o queria escutar. Logo depois, em 1933, teve a idéia de apresentar vídeos. Que também deu certo, mas não o realizava tanto. Resolveu se estabelecer em Fortaleza em 1942, onde veio a abrir uma bodega na Rua da Bomba, No. 2. Infelizmente o seu traquejo de trovador não servia para o comércio e depois de algum tempo fechou a bodega com um prejuízo considerável.

Desde 1945, então com 67 anos, Cego Aderaldo parou de aceitar desafios. Mas também, já tinha rodado o sertão inúmeras vezes, conseguira ser reconhecido em todo lugar, cantara pra muitas pessoas, inclusive muitas importantes, tivera pelejas com os maiores cantadores. E, na medida em que a serenidade, que só o tempo trás ao homem, começou a dificultar as disputas de peleja, ele resolveu passar a cantar apenas para entreter a alma. Cego Aderaldo nunca se casou e diz nunca ter tido vontade, mas costumava ter uma vida de chefe de família pois criou 26 meninos.

PELEJA DE CEGO ADERALDO E ZÉ PRETINHO - 1914

Texto extraído do livro "Eu sou o Cego Aderaldo", prefácio de Rachel de Queiroz, Maltese Editora — São Paulo, 1994.

NOTA DO EDITOR:   Na década dos anos dourados:  Jovem Guarda,  Novos Baianos, Tropicália, Festivais das canções da Record, filmes de Laisse, Rim-tim-tim, Tarzã e Zorro, das  chanchadas com Anselmo Duarte, Ankito, Carequinha, Costinha, Fred, Grande Otelo, Mazzarope, Ronaldo Golias,  Wilson Grey, o famoso baiano de Maragogipe - Zé Trindade, os faroestes com Allan Ladd,  Anthony Quinn, Audy Murphi, Bill Eliott , Bill The Kid,  Buck Jones, Burt Lancaster,  Cary Grant,  Charles Charrette,  Clark Gable, Dan Durya, Gary Cooper, Glenn Ford,  Henry Fonda,  Jack Palance, James Stewart, Jeff Chandler, Jonh Wayne, Kirk Douglas, Marlon Brando, Randolph Scot, Rex Allen, Ricardo Montalban Rock Hudson, Rock Lane, Rod Cameron, Roy Rogers, Stewart Granger,Tex Ritter, Ton Mix e Yull Brynner entre tantos bons artistas. Ainda se trocavam gibís nas portas dos cinemas. Naquela  época não havia uma só banca de revista que não tivesse um livrinho de leteratura de cordel. Justamente, áquele que tinha mais saída era o livro sobre a "peleja do Cego Aderaldo e Zé Pretinho". Lí e memorizei os versos na certeza de que,  algum dia no futuro,  eu passaria para meus amigos. O tempo foi passando e eu esquecendo dos versos. Porém hoje, recuperei todos áqueles que se desfizeram no tempo e tal  meu contetamento de poder  juntar as peças cumprir um sonho do passado e passar às futuras gerações, conhecimentos sobre a literatura de Cordel.   Alberto de Almeida Sampaio, cidadão de Jequié-Bahia - "Cidade Sol"..

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

BABA DE QUINTA 17.02.2011 - 14ª EDIÇÃO "O CIRCO"

ORDEM DE CHEGADA: Otávio,Carioca, Cacau, Eugênio, Clone, Osvaldo, Nelsinho, Bebeto,Adriano,
Serrinha, Catalá, Kazuo, Mauricio , Ernane, Fausto, Mauro, Ratinho, Toinho, Alberto,  Schubach,  Painho, Renê, Gustavo, Néviton, Pains, Vadinho e Alexandre Delgado.

TIME DE OSVALDO: Osvaldo, Ernane (Fausto), Serrinha (Renê),  Eugênio (Néviton),  Maurício(Alexandre),  Catalá (Ratinho)  e Carioca (Toinho).

TIME DE OTÁVIO: Otávio, Adriano,  Bebeto (Mauro), Cacau ( Schubach), Nelsinho (Gustavo), Clone (Pains),  Kazou (Alberto)  e ainda Schubach deu lugar a Vadinho.

GOLS DO TIME DE OSVALDO:  Osvaldo 03 - Ratinho 02 - Fausto 01 e Serrin ha 01.

GOLS DO TIME DE OTÁVIO:  Adriano 03 - Clone 02 - Mauro 01 e Vadinho 01

PLACAR DA PARTIDA: Osvaldo 07x07 Otávio.

RESENHA DA PARTIDA:   Tivemos dois goleadores nesta partida:  A)-   Adriano que fez três gols e pediu a música do Grupo Parangolé -"Tchubirabiron" B)- O atleta Osvaldo que também, fez três gols e pediu a música de  Dorival Cayimmi "A Jangada"
                          
                                             Música preferida pelo goleador Adriano
                                     
                                        GRUPO PARANGOLÉ - "TCHUBIRABIROM"

                                                Música preferida do goleador Osvaldo
                                     
                                              DORIVAL CAYIMMI - A JANGADA


TEMA DE HOJE: " O Mundo Encantado do Circo".  Lembram-se de quando os pequenos circos se instalavam nas pequenas cidades brasileiras?.  Antes da estréia, eles desfilavam pelas ruas das cidadezinhas
para apresentação de seu elenco. Eram artistas, animais e palhaços de perna-de-pau visando atrair crianças, e até adultos para o espetáculo!  A caravana seguia cantando:
O palhaço: Oh raia o sol e brilha a lua - e criançada respondia: Olha o palhaço no meio da rua (Bis).
Palhaço: Oh balanceiro da usina - a meninada; Eu não meu bem- Tú tá cansado de roubar - Eu não meu bem - Oh tanto rouba no medir - Eu não meu bem - Oh tanto rouba no pesar - Eu não meu bem. E ainda cantava: O palhaço o que é?  e a meninada em côro respondia - É ladrão de mulher!  Hoje não deu Chico nem Francisco. O Pato Navegador empatou com o Pato Remador em 07x07. Em homenegem à dupla, foi-lhe decicado o tema de hoje - "O mundo Encantado do Circo" para Osvaldo e Otávio.

                                                OSVALDO  07x07  OTÁVIO
    
   DAVID COPPERFIELD - VANISHING THE STATUE OF LIBERTY

                            
CIRQUE DE SOLIEL
                               




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

SAIBA COMO COMEÇOU O POVOAMENTO NA BAHIA

ARRAIAL DE TRANCOSO:  Foi encontrada no arquivo nacional de Torre do Tombo,em Lisboa,capital portuguesa, esta sentença histórica. Registro aqui para que vocês tomem conhecimento de como começou o povoamento naquela região da Bahia, por volta de 1.587. Colaboração do amigo e parceiro de futebol:  Dr. Luis Alberto Santos Raimundo. "Bicudo"

Como chegar:

De Carro, Moto...

Distrito: Arraial d'Ajuda - Cidade: Porto Seguro - Estado da Bahia. Distância da Capital (Salvador): 728 km.

O principal acesso é a BR 101. No KM 772, Eunápolis-BA, você deve seguir pela BR-367 até o Km 33 desta rodovia e mais 47 km até Trancoso

Agora se preferir fazer um "tour" pela região, siga direto até Porto Seguro. Chegando lá, pegue a balsa para Arraial d'Ajuda (funciona 24h e leva menos de 30 minutos para atravessar). A partir de Arraial d'Ajuda são 26Km até Trancoso em estrada asfaltada.

De ônibus e avião:

Diversas capitais do país têm ônibus e vôos direto para Porto Seguro. A São Geraldo e a Viação Águia Branca são as principais empresas de ônibus que atuam na região. Se quiser ir de avião a que oferece vôos mais baratos é a Gol. Chegando em Porto Seguro é só atravessar a balsa sentido Arraial d'Ajuda. Próximo a balsa, já no Arraial, partem ônibus e kombis para Trancoso.

São Geraldo
Tel: 0800-780044
http://www.passagens.onibus.com.br/

Viação Águia Branca
Tel: 0800 991211
http://www.viacaoaguiabranca.com.br/

GOL Transporte Aéreo
Tel: 0300 789 2121
http://www.voegol.com.br/


                                        
                                           ARRAIAL DE TRANCOSO - PORTO SEGURO-BA.


ASSIM COMEÇOU O POVOAMENTO DA BAHIA...


Torre do Tombo é o local onde se guardam todos os documentos antigos. Está situada em Lisboa, junto à Cidade Universitária.

                                          
                                                 LISBOA PORTUGAL - "TORRE DO TOMBO"



Sentença de 1587 - Trancoso, Portugal

Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Portugal)

SENTENÇA PROFERIDA EM 1587 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO

(Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7)

"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas. Total: duzentos e noventa e nove filhos, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres". Não satisfeito tal apetite, o malfadado prior, dormia ainda com um escravo adolescente de nome Joaquim Bento, que o acusou de abusar em seu vaso nefando noites seguidas quando não lá estavam as mulheres. Acusam-lhe ainda dois ajudantes de missa, infantes menores que lhe foram obrigados a servir de pecados orais, completos e nefandos, pelos quais se culpam em defeso de seus vasos intocados, apesar da malícia exigente do malfadado prior.


[agora vem o melhor:]

"El-Rei de Portugal,  D.JoãoII, lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezessete dias do mês de Março de 1587,com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e, em proveito de sua real fazenda, o condena ao degredo em terras de Santa Cruz, para onde segue a viver na vila da Baía de Salvador como colaborador de povoamento português. El-rei ordena ainda guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo"

                                     
                                             D.JOÃO II -13º REI DE PORTUGAL - CAP. I
                                   

João II de Portugal:

Monarca de Portugal

Pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África (1481-1485)

Pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, e Senhor da Guiné (1485-1495)

Ordem: 13.º monarca de Portugal

Cognome(s): O Príncipe Perfeito

Início do reinado: 29 de Agosto de 1481

Término do reinado: 25 de Outubro de 1495

Aclamação: Sintra,

31 de Agosto de 1481

Predecessor(a): D. Afonso V

Sucessor(a): D. Manuel I

Pai: D. Afonso V,

Mãe: D. Isabel

Data de nascimento: 3 de Maio de 1455

Local de nascimento: Lisboa

Data de falecimento: 25 de Outubro de 1495

Local de falecimento: Alvor

Local de enterro: Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Batalha

Consorte(s): D. Leonor, Infanta de Portugal

Príncipe herdeiro: Príncipe D. Afonso (filho)

D. Manuel, Duque de Beja (primo)

Dinastia: Avis
                                  
                                         D.JOÃO II -13º REI DE PORTUGAL - CAP. II


D. João II de Portugal (Lisboa, 3 de Maio de 1455 – Alvor, 25 de Outubro de 1495) foi o décimo-terceiro Rei de Portugal, cognominado O Príncipe Perfeito pela forma como exerceu o poder. Filho do rei Afonso V de Portugal, acompanhou o seu pai nas campanhas em África e foi armado cavaleiro na tomada de Arzila. Enquanto D. Afonso V enfrentava os castelhanos, o príncipe assumiu a direcção da expansão maritima portuguesa. Sucedeu ao seu pai após a sua abdicação em 1477, mas só ascendeu ao trono após a sua morte, em 1481. Concentrou então o poder em si, retirando-o à aristocracia. Nas conspirações que se seguiram suprimiu o poder da casa de Bragança e apunhalou pelas suas próprias mãos o seu primo Diogo, Duque de Viseu. Governando desde então sem oposição, João II foi um grande defensor da política de exploração atlântica iniciada pelo seu tio-avô Infante D. Henrique, dando prioridade à busca de um caminho marítimo para a Índia para o que ordenou as viagens de Bartolomeu Dias e de Pêro da Covilhã. O seu único herdeiro, o príncipe Afonso de Portugal estava prometido desde a infância a Isabel de Aragão e Castela, ameaçando herdar os tronos de Castela e Aragão. Contudo o príncipe morreu numa misteriosa queda em 1491 e durante o resto da sua vida D. João II tentou, sem sucesso, obter a legitimação do seu filho bastardo Jorge de Lancastre. Em 1494, na sequência da viagem de Cristóvão Colombo, que recusara, negociou o Tratado de Tordesilhas com os reis católicos, morrendo no ano seguinte sem herdeiros legítimos, tendo escolhido para sucessor o duque de Beja, seu primo direto e cunhado, que viria a ascender ao trono como D. Manuel I de Portugal.

                                     
                                          D.JOÃO II - 13º REI DE PORTUGAL - CAP. III


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa


REDAÇÃO FINAL:  Quero agradecer aos seguidores do Blog do Painho. Pessoas alegres e sadías que gostam de ler e ficar por dentro de assuntos inteligentes;  aquí relacionados,   e todos dedicados à familia brasileira.Lembrem-se sempre que o nosso lema é a expressão
latina "Sic Itur Ad Astra" - Assim se vai aos astros. Aquele abraço para meus amigos d'outros lugares, são eles:  01-Braz:  02-Cidinha Souza Pinto:   03-Fabio Luis Stoer:  04-Gih:  05-Essa nova companheira de Belo Horizonte - Kenia Aquino. Muito Grato. Também a todos os seguidores que não tiveram oportunidade de registrar seus nomes na lista  de "seguidores do Blog do Painho". Muito obrigado - Blog do Painho.

E.T. o perdão ao padre Francisco da Costa como vocês devem ler acima foi em 1587 por D.João II. Isso é impossivel de acontecer porque D.João II faleceu em 1495. Como ele poderia conceder um perdão em 1587,  após 92 anos de morto? - Já entrei em contacto com meu colaborador para sanarmos esse impassse. Das duas uma: Ou a data do perdão -1587 está errada, ou então esse perdão foi concedido, talvez por D.Manuel  (aquele mesmo do descobrimento do Brasil) que reinou Portugal justamente neste perído do perdão. Vamos ver com quantos paus se faz uma jangada!. Vocês podem me ajudar, enviando dados exatos e comprobatórios. Aguardemos!.. Blog do Painho.

COMENTÁRIOS: Em 21.02.2011 ADRI postou o primeiro comentário visando esclarecer qual o rei de Portugal que concedeu o perdão ao Pe.Francisco da Cunha em 1587. Leiam abaixo. Enviem  comentários
esclarecedores sobre o assunto. A polêmica continúa!. - Blog do Painho -

Perdoe-me, mas nao foi D. Manuel quem concendeu o perdão. Pois se nao me engano essa época era o reinado felipino, pois estavam reinando em Portugal, uma vez que Dom Sebastiao tinha morrido na batalha de Alcácer Quibir. D. Sebastiao é depois de D. Manuel.


Por adri em SAIBA COMO COMEÇOU O POVOAMENTO NA BAHIA em 21/02/11










terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

BABA:TERÇA FEIRA, 15.02.2011 -13ª EDIÇÃO "TENDÃO DE AQUILES"

TEMA DO DIA:  Calcanhar de Aquiles - Devido a contusão que sofrí há cêrca de 16 dias atrás,os colegas estão preocupados com a minha recuperação e  até indicam médicos especialistas no assunto. Coube ao brother Reinaldo Andrade Santos indicar um médico do Hospital São Rafael, Dr. Marcelo Cortêz.

Tendão calcâneo:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa

Tendão de Aquiles.Tendão calcâneo ou tendão de Aquiles é um tendão da perna posterior.

Índice [esconder]

1- Origem da expressão
2-  Lesões
3-  Tratamento
4-  Ver também

[editar] Origem da expressão

1-  Segundo a mitologia grega, o herói Aquiles tinha um único ponto vulnerável em seu corpo. Um ponto fraco herdado pela humanidade ao batizar o tendão de Aquiles. Tendão é um tecido fibroso, composto primeiramente por colágeno, que conecta o músculo ao osso, sendo responsável pela transferência de força entre os dois gerando o movimento da articulação. O tendão de Aquiles é o mais resistente do corpo humano, e o mais suscetível que cruza duas articulações: o joelho e o tornozelo.

[editar] Lesões

2-  É importante diferenciar 4 lesões diferentes, que na verdade, podem ser vistas como 4 estágios    evolutivos da mesma patologia. A tendinite (estágio inicial) é um processo inflamatório que leva a dor na face posterior do tornozelo. Essa inflamação, cronicamente, leva ao enfraquecimento do tendão, tornando-o suscetível a lesões parciais. As causas mais comuns da tendinite aquileana são:

1-  aumento abrupto da quilometragem ou velocidade dos treinos;
2-   pular muito alto;
3-  quantidade excessiva de subidas no treino;
4-  retorno mais rápido aos treinos após um período de repouso;

trauma, secundário a contração vigorosa da musculatura da panturrilha;

over training;

alterações anatômicas do pé.

[editar] Tratamento

3- Tendão de Aquiles.O tratamento depende do estado evolutivo da lesão, sendo a ressonância nuclear magnética o exame mais sensível para essa avaliação.

4- Para finalizar, seguem 6 medidas que devem diminuir a incidência da tendinite calcânea nos seus treinos:

1- Escolha seu tênis com cuidado, dando especial atenção a absorção de impacto no calcâneo.

2- Alongamento e aquecimento são imprescindíveis antes do treino. É melhor perder 5 minutos aquecendo do que meses de reabilitação.

3- Aumentos da distância e velocidade devem ser graduais . Não exceda 10% por semana.

4- Evite sprints e excesso de subida, a menos que sejam essenciais para seu treino.

5- Faça um programa de fortalecimento para panturrilha e face anterior da perna.

6- Uso de orteses para o pé (palmilha biomecânica), para redução do estresse nos tecidos com o movimento.

CALCANHAR DE AQUILES - CIRURGÍA


BABA DA MATINA- TERÇA-FEIRA, 15.02.2011: 
 
ORDEM DE CHEGADA:   Otávio, Remo, Schubach, Ernane, Ratinho, Mauricio, Catalá, Bebeto, Cacau, Nelsinho, Dermeval, Renê, Toinho, Kazuo, Serrinha, Eugênio, Mauro, Fausto, Carioca, Clone, Osvaldo, Adriano, Gustavo, Alberto, Painho, Alexandre Delgado, Pains e Bartolinha.

TIME DE REMO:  Remo (Clone),  Otavio, Dermeval (Gustavo), Bebeto (Alberto), Schubach (Fausto), Cacau (Gustavo) e Ernane (Carioca) - (padrão azul).

TIME DE CATALÁ:  Catalá (Eugênio), Serrinha (Adriano), Ratinho, Kazuo (Maurício), Toinho (Mauro)
Nelsinho (Osvaldo) e Renê (Pains) -  (padrão vermelho)  Obs. Mauro ainda deu lugar à Bartolinha.
.
PLACAR DA PARTIDA:    Remo  07x06  Catalá.

GOLS DA PARTIDA: (Time de Remo) -   Fausto 04  -  Clone  02  e  Gustavo  01

GOLS DA PARTIDA: (Time de Catalá) -   Osvaldo 02  -  Eugênio 01 - Mauro 01  -  Nelsinho 01 e Serrinha 01.

RESENHA FINAL:  A partida de hoje foi escolhida por dois profissionais competentes: Remo, no ramo da odontología  e Catalá da contabilidade. Remo levou vantagem,  vencendo a partida pelo marcador de   07x06. A música para o vencedor foi oferecida pela galera do baba - "Respeita Januário" com Luiz Gonzaga. FAUSTO  foi o goleador de hoje marcando 04 gols na partida, e mais uma vez, fez jús a ouvir sua música predileta. "O que É, o que É" na voz do seu compositor Gonzaguinha.

                                                  Remo  07x06  Catalá
                                                  
                    Música dedicada ao vencedor Remo "Respeita Januário"
LUIZ GONZAGA - "RESPEITA JANUÁRIO"

Música dedicada ao goleador Fausto "O que É, o que É"
GONZAGUINHA - "O que É, o que É"

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ENRIQUEÇA SEU VOCABULÁRIO - 5ª EDIÇÃO

O substrato ameríndio forma uma camada ímpar no português do Brasil. São palavras de origem tupi (em sua maioria), aruaque, jê e outras que enriqueceram nossa lingua. Teste seu conhecimento. Por Ricardo Salles.                                                      
             

01. ANHAGUERA  adl. 2 gên. e s.m. -
A:  Animal de estimação
B:  Espírito maléfico entre os indígenas
C:  Chuva fraca.

02. ARAPONGA  s.f. -
A:  Tipo de ave
B:   Rio raso
C:  Tipo de bratáquio.

03. BOIUNA  s.f. -
A:  Cobra branca
B:  Gado leiteiro
C:  Cobra escura

04. CUNHà s.f. -
A:  Mulher
B:  Filha de criação
C:  Feiticeira

05. IGUANA  s.m. -
A:  Tipo de lagarto
B   Morro pequeno
C:  Braço de rio

06. JAGUAR  s.m -
A:  Onça pintada
B:  Cachorro-do-mato
C:  Leão da Amazônia


JAGUAR -



07. MARACAJÁ  s.f. -
A:  Tipo de inseto
B:  O mesmo que Jaguatirica
C:  Peixe de água salgada

08. OCA  s.f. - 
A:  Coroa de plumas
B:  Cheiro ruim
C:  Habitação indígena

09. PIRAÚNA  s.f. -
A:  Mamífero dos pampas
B:  Tipo de peixe
C:  Tipo de macaco 

10. SAMBURÁ  s.m. -
A:  Cesto de pesca
B:  Tipo de anzol
C:  Fio de pescar

11. TABA  s.f. -
A:  Cerimônia indígena
B:  Aldeia indígena
C:  Instrumento de tortura

12. TABATINGA  s.f. -
A:  Espécie de argamassa
B:  Poço natural
C:  Ilha no meio do rio

13. TANGARÁ  s.m. -
A:  Espécie de pássaro
B:  Peixe de água-doce
C:  Tipo de arco

TANGARÁ DANÇADOR - "CHIROXIPHIA CAUDATA"
  
                                                                            
14. TUPÃ s.m. -
A: Espírito das flores
B: Divindade suprema
C: Divindidade do ar

15. TUXAUA s.m. -
A: Escravo dos índios
B: Filho de branco com índio
C Chefe indígena:



domingo, 13 de fevereiro de 2011

DOMINGÃO:13.02.2011 - 6ª EDIÇÃO "EUCLIDES DA CUNHA"

TEMA DO DIA:  Euclides da Cunha -  Vocês não imaginam que um simples baba pode se tornar noticia! Resume-se tudo ao pessoal que está inscrito e na educação moral e cívica de cada um. Onde há seleção de pessoal, há qualidade de serviço, onde há cultura desaparece a ignorância. Esta colocação refere-se ao atleta  Antonio de Abreu Costa- "Toinho"  que é natural da cidade de Euclides da Cunha-Bahia. O nome da cidade é uma homenagem ao escritor  de "Os Sertões" - Euclides da Cunha.

HINO DA CIDADE DE EUCLIDES DA CUNHA

EUCLIDES DA CUNHA E ANTONIO CONSELHEIRO


ORDEM DE CHEGADA:   Otavio, Adelvan Renê, Odair, Carlos, Pains, Mota, Serrinha, Bartolinha, Messias, Batista, Alexandre, Vadinho, Vieira, Kazuo, Marco, Paulo Huck, Sergio, Gigio, Toinho Abreu, Reinaldo, Remo, Luiz Valverde, Toinho Filho e Carlinhos. Dirigentes:  Alberto, Getulio, Jaime e Rivelino.
Juiz da partida:  Denilsoin Barbosa Santana.

PRIMEIRO JOGO:

TIME DE SERRINHA:  Elias, Batista, Odair, Renê, Mota,  Serrinha e Carlos.

TIME DE OTAVIO:   Franco (gol.),  Pains, Messias, Adelvan, Otavio, Bartola e Alexandre

PLACAR ESPORTIVO:  Serrinha  07x04  Otavio

GOLS DO TIME DE SERRINHA:   Mota 04  - Serrinha 02 e Pains (contra) 01

GOLS DO TIME DE OTAVIO:   Otavio 03 e Adelvan 01

SEGUNDO JOGO:

TIME DE SERRINHA:  Jéfferson (gol.),  Elias, Odair, Renê, Serrinha, Mota e  Carflos

TIME DE VADINHO:  Messias (gol.), Vieira, Kazuo, Pains, Vadinho, Marco e Franco

PLACAR ESPORTIVO:   Serrinha  03x01  Vadinho

GOLS DO TIME DE SERRINHA:   Serrinha 02 e Carlos 01
GOLS DO TIME DE VADINHO:     Vieira 01

RESENHA GERAL:  Uma pequena serra fez a diferença hoje!  Serrinha  foi o grande vencedor do dia, venceu o primeiro jogo por 07x04 e o segundo por 03x01, permacendo invícto neste "Domingão".  Para o vencedor a taça e o prêmio de hoje - a música: "Asa Branca" dos compositores  Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga. O jogador Mota, que defendeu o time de Serrinha, marcou nada menos que quatro gols e solicitou sua música "Tá danado de bom" na voz de Luiz Gonzaga. Otavio que marcou 03 gols na partida solicitou a música "Menina de cabelos longos" de Agepê

DICA DO EDITOR: Você está ouvindo a música, derrepente ela para!  Mas o vídeo continua carregando.Tenha paciência, às vezes estar num horário de pique. Clique para parar e aguarde uma lista vermelha avançar. Quando ela estiver bem adiantada, pode clicar novamente que você ouvirá por completo as músicas relacionadas ao tema do Dia. Boa sorte!


            Música do vencedor de hoje: José Airton Espinheira Dantas -
    "Serrinha" - "Asa branca"
LUIZ GONZAGA " ASA BRANCA"

Música do 1º goleador de hoje: Antonio Carlos Mota Filho -"Mota"
 "Tá Danado de bom" 
  
LUIZ GONZAGA - "TÁ DANADO DE BOM"


Música do 2º goleador de hoje: Luiz Otavio Souza Costa - "Otavio"
"Menina de cabelos longos"
AGEPÊ - "MENINA DE CABELOS LONGOS"